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Chile: o mercado onde mais de 50 marcas competem em igualdade

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Hyundai liderou o mercado chileno em 2017, com boas vendas do Accent. Neste ano, a Chevrolet está na frente

Um laboratório de livre-mercado. Assim é o Chile, país mais aberto da América Latina e um dos mais liberais do planeta: são 22 acordos de livre-comércio com 60 países, incluindo a China. De acordo com a revista Exame, importações e exportações representam mais de 68% do PIB chileno, ante apenas 26% do Brasil. O autor deste blog tirou 10 dias de férias e voltou impressionado não só com os vinhos e as belas paisagens andinas, mas também com a variedade de marcas e modelos à disposição dos consumidores chilenos.

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Mitsubishi L200 foi o veículo mais vendido no Chile em 2017

O Chile não produz carros desde 2008, quando a GM fechou sua fábrica. Num mercado tão pequeno (pouco mais de 360 mil unidades emplacadas unidades em 2017), nem compensa produzir. Melhor focar em outras atividades e liberar geral o mercado. Sem impostos de importação, as marcas competem em igualdade de condições. Vence quem tiver melhores custos de origem e de logística, ou melhores estratégias de marketing e comercial.

E quem manda no mercado no Chile, afinal?

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Glauco Lucena Ver tudo

Paulistano, nascido em 1967, é jornalista, com formação em Ciências Sociais e MBA em Gestão de Negócios. Desde 1990 atua no setor automotivo. Trabalhou por 24 anos em redações de jornais, revistas e sites, entre eles Autoesporte (Editora Globo), Jornal do Carro (Estadão) e Carsale (UOL).

Recentemente, dentro do Grupo FCA, foi um dos responsáveis pela comunicação da Jeep durante os 3 anos do processo de relançamento da marca no Brasil. Hoje, atua como colunista, consultor, gerador de conteúdo e influenciador digital na área automotiva.

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